| Daniel Echaniz, primeiro expulso do BBB (Foto: Frederico Rozário/TV Globo) |
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
BBB 12: Daniel foi eliminado sem defesa e ‘para evitar algo pior’
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Casamento gay ameaça a humanidade, diz Papa
homossexuais não são pecado, mas que os atos homossexuais são, e que as crianças devem crescer em uma família tradicional, com um pai e uma mãe.
Fim do mistério:Fred morre e Crô chora a perda de seu amante: ‘Me deixou viúva!’
Cozinheiro cai da escada e mordomo acusa Tereza Cristina de ser a culpada
Em um ato desesperado, Crô solta um grito que faz Fred se assustar e perder o equilíbrio. Ele cai de vez e rola escada abaixo.
| Crô chora agarrado ao corpo de Fred (Foto: Fina Estampa/TV Globo) |
Baltazar (Alexandre Nero) e Marilda(Kátia Moraes) entram na sala e ficam chocados com a cena. Ao perguntarem se Fred está vivo ou não, Crô responde: “Morto. Foi embora para sempre! Me deixou viúva!”.
Será que Tereza Cristina vai sair sem culpa dessa história? Fique ligado! Esta cena vai ao ar na quinta-feira, 12 de janeiro
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Churrasco aos presos no Natal
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
PSDB PERSEGUIU JORGE YARED
Por Jorge Yared
No dia 5 de janeiro de 2011 subi pela última fez na bancada do Jornal da Educativa, na ex-Paraná Educativa, hoje “EParaná”. De lá pra cá, as portas se fecharam em Curitiba para a atividade para a qual me preparei toda uma vida. Foram inúmeros cursos, inclusive o de leitura dinâmica, e é claro a experiência de 37 anos de apresentação de rádio e telejornais. Hoje perdi o tesão pela profissão. Tenho pena dos que estão começando. Não falo por mim só, mas pelos inúmeros colegas que ao longo dos anos testemunhei sendo “sacaneados” pelo sistema. Achei que só acontecia com meus vizinhos e nunca comigo, afinal eu era o “Jorge Yared”, âncora dos principais jornais das emissoras de rádio e televisão pelos quais passei (regionais da Globo, SBT, Bandeirantes e por final a Paraná Educativa). Ledo engano. Resisti até enfrentar a perseguição fisiológica do PSDB aqui no Paraná, simplesmente porque fui nomeado pelo governador Requião (do PMDB) para poder exercer legalmente minha função de âncora em um canal público. Não sou político. Nunca fui e nunca serei. Gosto de política, isto é diferente. Uma sociedade organizada precisa da ciência política para gerir seus interesses. Os oito anos que passei na Paraná Educativa foram muitos importantes para evoluir meu entendimento sobre gestão pública. Produzi e apresentei 986 entrevistas de meia hora de duração cada, com Secretários de Estado e agentes administrativos de governo. A intenção era oferecer às pessoas a oportunidade de conhecer os detalhes de uma gestão pública. Seus projetos, suas propostas, suas dificuldades e a realidade no momento de executá-las. Fazia parte de meu projeto pessoal de colaborar com a politização da sociedade que se interessassem pelo tema. Foi um momento importante de minha carreira, interrompida pela mudança de governo aqui no Paraná. Hoje, completo um ano de desemprego de minhas funções de âncora de rádio e televisão. As emissoras de Curitiba decididamente não se interessaram na minha contratação. Hoje faço um MBA sobre Gestão de Pessoas, no IBPEX. A intenção é me credenciar junto ao MEC para poder lecionar em cursos de graduação e passar aos mais jovens toda a experiência adquirida nos quase 40 anos de trabalho na área da comunicação, aliada ao conhecimento teórico das ciências jurídica e administrativa. Penso que não devemos gerar em ninguém o sentimento de pena, muito menos o de raiva ou culpa. Talvez tudo tenha sido importante para despertar em mim o interesse de não só adquirir, mas, transmitir o conhecimento. Não tenho hoje nenhum sentimento de revolta contra o que fizeram comigo. Desejo de coração que o governo Richa consiga mesmo dar “um choque de gestão” nos 3 anos que lhe restam, porque até agora não vi nada neste sentido. Se fosse possível, sei que não é, mas Richa aprenderia muito se buscasse se aconselhar com Requião. Depois de 3 mandatos como governador, independente de ideologia política, este teria muito o que orientar o atual chefe do executivo paranaense sobre os verdadeiros desafios de uma gestão pública, onde querer não é exatamente poder. Deixo a foto tirada no dia 05 de janeiro de 2011, última aparição minha no Jornal da Educativa, Segunda Edição. Nela apareço com a Cibele Fontanela que seria dispensada alguns dias depois e hoje conseguiu contratação em outro prefixo. Acredito que somos maiores que os problemas. As soluções precisam ser buscadas com fé, perseverança e confiança nas nossas reais capacidades que nos tornam infinitamente superiores aos problemas. É nisto que verdadeiramente acredito! E, com as bênçãos de Deus, quero ser digno das novas oportunidades que com certeza ainda neste ano aparecerão. Um bom dia a todos!Homem é preso após ligar para a polícia para pedir carona
Caso ocorreu em Fort Pierce, no estado da Flórida.
Ele foi detido acusado de uso indevido do serviço de emergência.
Ator da Record briga em Angra
A confusão teria começado após a namorada do ator, a atriz Maria Pinna, ter sido assediada por um rapaz.
Luana Piovani Nua!
Com a chamada “ligeiramente grávida, absolutamente linda”, a atriz posa pela quarta vez para a publicação. Aos 35 anos, Luana Piovani está grávida de cinco meses de seu primeiro filho, Dom, fruto do relacionamento com o surfista Pedro Scooby
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Ator da Globo acusado de agressão em Portugal
Ônibus de passageiros que vinha pra Curitiba pega fogo em trecho da BR-277, na Serra do Mar
Chico Anysio segue com quadro estável e ainda respira por aparelhos
Ainda não há previsão de alta, segundo boletim divulgado nesta terça (3).
Dose de sedativos vai diminuir aos poucos para a retirada do respirador.
Soldados de Israel dançam "Ai se eu te pego"
Em Israel, soldados foram flagrados requebrando com o sucesso sertanejo. Eles são paraquedistas de uma unidade de elite das forças de defesa de Israel, uma das mais respeitadas do mundo pelo treinamento rigoroso.
Do G1
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Evaristo Costa faz trocadilho com mamão e vira assunto mais comentado no Twitter
O apresentador brincou com Sandra Annemberg durante a apresentação do "Jornal Hoje"
Todo o burburinho deve-se a uma brincadeira feita ao vivo por Evaristo no começo desta tarde, no primeiro "Jornal Hoje" de 2012. O jornalista anunciou uma matéria em que falaria sobre o mamão, e fez um trocadilho sobre a fruta para lá de conhecido: “Gosta de mamão, Sandra?”, perguntou ele, inclinando o corpo em direção à apresentadora. “Adoro”, respondeu ela. “Então toma uma mão”, ofereceu ele, esticando a mão para que ela o cumprimentasse. Os dois então caíram na gargalhada.
Os internautas não perderam a oportunidade de comentar sobre a piada nas redes sociais.
Ricky Martin se casará com seu namorado em janeiro, diz jornal
Tureck faz balanço de mandato e promete priorizar a habitação
A um ano de encerrar o seu segundo mandato na prefeitura de Campo Mourão, o prefeito Nelson Tureck (PDB) faz um balanço positivo de sua administração. Em entrevista à TRIBUNA, ele fala que vai dedicar o seu último ano de governo à construção de novas moradias, através do programa “Minha Casa Minha Vida”, com apoio dos governos Estadual e Federal. Tureck reforça ainda que até o final de março a cidade estará livre dos buracos, problema que geraram pesadas críticas ao prefeito durante o ano que termina.
No entanto, Tureck diz não se preocupar com as críticas, porque segundo ele nada pode apagar o progresso que Campo Mourão teve nos últimos anos. “Ninguém vai conseguir apagar a historia de quem conseguiu colocar o pólo brasileiro de alimentos em Campo Mourão e de quem está fazendo a cidade crescer.” Confira a entrevista na íntegra.
TRIBUNA - A um ano de encerrar o seu segundo mandato, qual é a sua avaliação?
NELSON TURECK – A avaliação foi positiva, porque após 30 anos a cidade cresceu em número de habitantes, o nosso comércio melhorou tanto nas vendas, quanto na qualidade de vida. A cidade prosperou na construção de moradias, nos investimentos de empresários, tanto de fora como daqui. A avaliação mais positiva foi a implantação do maior projeto da história da cidade que é o pólo de alimentos, o qual agrega valores, multiplicou o emprego e está distribuindo renda e riqueza. Campo Mourão se tornou uma referência estadual e nacional em nossa administração. Quando a oposição pensava que eu estava mentindo, que não tinha como trazer esse grande frigorífico, eu deixei de ser deputado para vir ser prefeito e implantar o que Campo Mourão precisava há muitos e muitos anos. Um projeto de consolidação, um projeto de independência, que valorizasse tanto a cidade como o campo. Hoje o sonho está realizado, não só para a administração Nelson Tureck, mas para os empresários que aqui acreditam, para os trabalhadores e para a nossa juventude. O mais emocionante é você ver a quantidade de empregos que já existem na Tyson hoje. E para cada emprego direto (a Tyson gera de 1.600 a 1.800 empregos), temos cinco empregos indiretos. Com isso a cidade se tornou referência na geração do emprego, com uma administração ousada, a política do trabalho e da construção. Estamos entre as cinco que mais cresceram no estado do Paraná e entre as 64 que estão mais crescendo no Brasil. Também tivemos grande desenvolvimento na educação, através dos investimentos que fizemos, a valorização do nosso professor, programas pedagógicos e cursos de qualificação que colocaram Campo Mourão entre os três melhores do Paraná nessa área; entre os oito do Sul do País e entre os 100 do País. No esporte também somos referência, como a terceira potência do no Paraná, ultrapassando grandes cidades como Guarapuava, Umuarama, Arapongas, Ponta Grossa, e tantas outras. Uma cidade que ganhou o título de número 1 Latino Americano dos Programas Sociais. Você não vê criança nas ruas pedindo porque temos programas e escola para elas, centro de integração. Não se vê nenhum cidadão pedindo na rua e se aparecer é preciso denunciar porque ele não é de Campo Mourão. Temos emprego de sobra, tanto que a Tyson tem contratado várias pessoas das cidades da região. Hoje a vitória é de Campo Mourão, uma cidade reconhecida pela valorização dos imóveis, pelo crescimento, os asfaltos que fizemos e muito mais vamos fazer.
TRIBUNA - O senhor acha que a situação dos buracos desgastou a sua imagem?
TURECK – Existe a historia da cultura dos grandes homens, das grandes mulheres, das grandes administrações, das grandes obras e dos grandes projetos. Ninguém vai conseguir apagar a historia de quem conseguiu colocar o pólo brasileiro de alimentos, de quem está fazendo a cidade crescer e de quem está pagando as contas em dia. Sabemos o progresso que Campo Mourão tem alcançado. Onde passava caminhão com cinco mil quilos, hoje passa carretas com 12 pneus de cada lado, levando de 20 a 30 mil quilos. Qual é o asfalto que agüenta? Então, além de termos asfalto com a vida útil vencido, nós temos projetos dos recapeamentos dentro da capacidade de endividamento do município. E nos bairros vamos fazer os tapa-buracos e mais asfaltos dentro dessa capacidade. Difícil seria se tivéssemos buracos e se a cidade estivesse parada. Estou obedecendo a Lei de Responsabilidade Fiscal. Já iniciamos a operação tapa-buracos e até o mês de março teremos todo o trabalho finalizado e iniciando outras obras de asfalto e de recape em Campo Mourão.
TRIBUNA – Quanto aos buracos, o senhor chegou a acompanhar as críticas nas redes sociais? Qual foi sua avaliação a esses comentários.
TURECK – Isso é coisa da oposição, de pessoas que não comentam as coisas boas que acontecem na cidade. Só se preocupam com isso. É pura politicagem, coisa de quem não tem o que fazer. Nunca me preocupei porque eu jamais ia mandar tapar um buraco sem esperar a licitação, e depois sofrer um processo de improbidade administrativa por desvio de dinheiro público. Vamos fazer tudo dentro da lei, tudo tem o seu tempo. Se parte da malha asfáltica foi mal feita no passado, nós vamos recuperá-los, porque o povo não ganhou asfalto, muitos que não puderam pagar foram executados e até perderam suas propriedades. Hoje vamos recuperar dentro de um planejamento da Lei de Responsabilidade Fiscal.
TRIBUNA – Qual foi a maior dificuldade em sua administração?
TURECK – Posso dizer que a maior dificuldade foi a política dessa cidade que atrapalhou muito. Hoje Campo Mourão poderia ter 300 mil habitantes se a política fosse coletiva. Querem se matar, se matem em época de eleição, mas passou a eleição todo mundo deve trabalhar pelas boas ações e o crescimento da cidade e dos bons projetos. Mas em Campo Mourão sempre foi assim, quando alguém quer fazer o outro quer atrapalhar. O maior exemplo está aí. Eu dizia sempre como Maringá, Cascavel e Toledo cresceram, mas vai ver os abatedouros de frango que eles colocaram. E eu vim para fazer isso, mas novamente a política de Campo Mourão não quis permitir esse projeto que hoje virou realidade. Por isso que tenho falado que aqueles que foram contra, que lutaram para impedir a instalação do maior projeto da história nessa cidade, eles valem menos que um frango, pois o frango está dando a vida pelo trabalho e pelo progresso desse trabalho. Política se faz com seriedade, não pensando em grupo, ou no individual, Política se faz pensando nessa terra amada, nessa bandeira que se chama Campo Mourão.
TRIBUNA - Qual a principal obra para o ano que vem?
TURECK – Depois do grande desenvolvimento no esporte, no emprego, na educação, na cultura, programas sociais, agora a habitação também está sendo referência. E o exemplo é o convênio que assinamos com o Governo Federal de até 2 mil unidades do Programa Minha Casa Minha Vida, a quem ganha de zero a três salários mínimos. Esse será o maior projeto para o ano que vem. Estamos trabalhando e providenciando os terrenos, já conversando com a Caixa Econômica de Campo Mourão para iniciarmos essa obra. Então para 2012 vamos investir na construção de moradias, tanto pelo Governo Federal, como também do Governo Estadual, através da Cohapar.
TRIBUNA – O senhor já definiu quem vai apoiar nas próximas eleições?
TURECK – O apoio será dado aos companheiros que nos ajudaram com a participação da opinião pública, da população porque será avaliado a intenção de votos, a potencialidade de votos, a rejeição e de programas, acima de tudo. Hoje temos vários pré-candidatos e no final do mês de março vamos dizer quem será o nosso candidato.
TRIBUNA - Qual sua mensagem para Campo Mourão?
TURECK – A mensagem é sempre de otimismo, de prosperidade, de grandeza, porque um líder político tem que mostrar competência e firmeza. Um líder político não pode só estar apontando defeito dos outros, ele tem que ser um sábio, ter suas ideias, porque político tolo é aquele que só vê defeito nos outros. A nossa mensagem é de grandeza porque os anos que se sucederão não poderão nos encontrar lá adiante lastimando pelos anos que passamos e não soubemos aproveitar as oportunidades que Deus nos colocou na vida. O povo nos elegeu para ser o seu representante. A mensagem é de paz, com Deus no coração, sendo seu servidor e não um destruidor como existem muitos na política que tentam subir por meio das desgraças dos outros. Mas o que garanto ao povo de Campo Mourão nesse próximo ano de mandato é que estaremos trabalhando 24 horas por dia para fazer tudo aquilo que nos propusemos quando fomos candidatos a prefeito em 2004.
Do itribuna.com
Morto após calúnia será exumado
| Marcos de Souza/itribuna |
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| Bala será retirada do corpo |