quarta-feira, 22 de junho de 2011

VEJA QUEM VAI ESTAR EM "A FAZENDA 4"

Ana Markun, atriz, famosa por ter atuado em “Os Mutantes”
Cumpadre Washington, ex-vocalista do É o Tchan!
Dinei, ex-jogador do Corinthians
Duda Yankovich, boxeadora
François Teles de Medeiros, modelo
Joana Machado, personal trainer e ex-namorada do jogador Adriano
João Kleber, apresentador de TV e humorista
Marlon, cantor da dupla sertaneja Marlon & Maicon
Raquel Pacheco, escritora e ex-garota de programa, mais conhecida como Bruna Surfistinha
Renata Banhara, modelo
Taciane Ribeiro, modelo
Thiago Gagliasso, ator, trabalhou na novela “Luz do Sol”
Valesca Popozuda, funkeira
Zé Reinaldo, coreógrafo, famoso no Carnaval carioca
Ana Markun, atriz, famosa por ter atuado em “Os Mutantes”
Cumpadre Washington, ex-vocalista do É o Tchan!
Dinei, ex-jogador do Corinthians
Duda Yankovich, boxeadora
François Teles de Medeiros, modelo
Joana Machado, personal trainer e ex-namorada do jogador Adriano
João Kleber, apresentador de TV e humorista
Marlon, cantor da dupla sertaneja Marlon & Maicon
Raquel Pacheco, escritora e ex-garota de programa, mais conhecida como Bruna Surfistinha
Renata Banhara, modelo
Taciane Ribeiro, modelo
Thiago Gagliasso, ator, trabalhou na novela “Luz do Sol”
Valesca Popozuda, funkeira
Zé Reinaldo, coreógrafo, famoso no Carnaval carioca

O misterioso caso da perna abandonada

Da Tribuna do Interior/C.Mourão
Tiago Fialho
Restos humanos foram encontrados no interior do cemitério

Há três semanas uma perna, possivelmente humana, foi encontrada ao lado de um saco plástico no interior do cemitério municipal São Judas Tadeu, em Campo Mourão. No início chegou-se a acreditar que o membro poderia ter sido extraído de uma das carneiras. Após intensa vistoria, a conclusão foi de que nenhum túmulo foi violado. A partir daí surgiu a possibilidade de que a perna pode ter sido arremessada pelo muro. Diante de todo o mistério, algumas perguntas ainda pairam no ar: onde está o dono da perna? Ela é realmente humana?
O problema é que o caso está parado. Ontem, o diretor administrativo do Instituto Médico Legal de Campo Mourão, Milton Scheibel, afirmou que os legistas não podem analisar a perna sem uma devida autorização e, ao mesmo tempo, solicitação da Polícia Civil. “Só periciamos depois de uma ordem da polícia. É no pedido deles que vamos analisar o que eles realmente querem”, disse. Scheibel se refere a detalhes do membro que podem dar provas e pistas aos policiais. “No pedido vão nos informar se querem saber se é de homem ou de mulher, e assim por diante”, explicou. Por enquanto, a gaveta da câmara fria do IML, contendo a perna, continua fechada. Nem fotos foram permitidas.
Cesar Antônio Gaspari, policial civil que está à frente do caso, informou ontem que está aguardando a perícia do IML. Para o seu espanto, ele não sabia que o instituto ainda aguarda a ordem da 16ª SDP para periciar a perna. “Não consegui verificar se o pedido realmente foi feito. Para mim a solicitação estava certa”, disse. De acordo com ele, somente depois que os legistas informarem detalhes do membro é que as investigações tomarão corpo. Ele também disse que há uma possibilidade da sacola contendo a parte do corpo ter vindo de fora da cidade. Mesmo assim, um detalhe chama atenção: dificilmente o dono da perna está vivo, principalmente, porque ela veio com partes da bacia.
Scheibel disse que, quando a ordem da perícia chegar, a análise pode sair no mesmo dia. “A pressa é nossa”. Embora se trate apenas de uma perna, ainda sem dono, o caso pode dar margem para uma investigação maior. Isso porque o fato pode trazer à tona pistas de um novo crime, uma pessoa assassinada e porque não dizer, até esquartejada. Mas isso depois que os dois órgãos, IML e Polícia Civil, se entenderem. Ontem, a reportagem da TRIBUNA tentou por inúmeras vezes falar com o delegado chefe da 16ª SDP, José Aparecido Jacovós. Ele estava em Engenheiro Beltrão.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Xuxa: "Hoje, eu não sou feliz"

Da Quem news
Em entrevista especial a QUEM desta semana a apresentadora fala sobre sua filha, Sasha, conta por que continua solteira e revela a razão de seu atual estado de espírito
Stefano Martini / Revista Quem
POR GUILHERME SAMORA; FOTO STEFANO MARTINI
Xuxa fez um desabafo exclusivo a QUEM, que chega nessa semana às bancas. "Hoje, eu não sou feliz", disse a apresentadora. Uma das mais bem-sucedidas artistas brasileiras, Xuxa conta que está abalada com o problema de saúde da mãe, Dona Alda, que sofre do Mal de Parkinson e se recupera de uma pneumonia.

"Para eu ser feliz plenamente preciso ver a felicidade da minha mãe, da minha filha, das pessoas que amo. Infelizmente, agora as coisas estão abaladas lá em casa. Falo sobre isso tudo aqui, pois meus fãs sentem. Eles sabem quando não estou bem. Mas o sorriso da Sasha me traz um sopro lá dentro, que tira um sorriso de minha cara na hora. Mesmo que eu esteja triste. Assim como o sorriso da minha mãe, que tem esse mesmo poder."

Depois da alta de dona Alda, na quinta-feira (9), outro susto viria. Cirano Meneghel, irmão da apresentadora, foi internado no Rio de Janeiro com uma grave crise hipertensiva. Na entrevista, Xuxa conta como está a evolução do tratamento da mãe, diz que foi ela quem deu a notícia sobre o irmão a dona Alda, afirma estar com o coração fechado para namoros e desmente boatos sobre Victor, da dupla Victor & Léo: "Sempre que ele (Victor) vem aqui, acaba fazendo aquelas brincadeiras, fica sempre do meu lado. Aí,isso dá o que falar. Mas não rola. Não rola nada."

Vendedor é condenado a 13 anos por matar estudante em Cuiabá

Do G1 MT

O crime ocorreu no dia 19 de fevereiro de 2005, em Cuiabá.
Jovem foi assassinado dentro de uma oficina mecânica no bairro Lixeira


O vendedor José Augusto Gonçalves do Nascimento foi condenado a 13 anos de prisão pelo assassinato de um estudante em Cuiabá. A decisão do júri popular foi divulgada no começo da noite desta terça-feira (21). De acordo com informações do Ministério Público, o homem é acusado de matar a tiro José Guilherme Souza Júnior, no dia 19 de fevereiro de 2005, no bairro Lixeira, na capital. A defesa pode recorrer da decisão.
O estudante José Guilherme, que tinha 26 anos na época, teria sido morto quando foi buscar o carro em uma oficina mecânica. No local, o vendedor começou uma discussão com um homem que estava devendo R$ 40 reais, resultante da venda de um telefone celular. Durante a discussão, o acusado teria sacado a arma e efetuado um disparo. O tiro, que seria destinado ao homem que devia o dinheiro, atingiu o jovem José Guilherme.